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segunda-feira, 19 de julho de 2010


meus amores coloquem tudo na mão dele ele pode e vai nos curar , hoje estive muito pensativa, sobre esse meu problema ,chorei muito olhei meu cabelo que ta horrível, num mixto de tristeza desespero, eis que me vem na cabeça uma frase que um dia escutei numa igreja, DEUS PODE E VAI CURAR VC, POIS PRA DEUS NÃO EXISTE O IMPOSSÍVEL é isso ai, com fé vamos vencer
e obrigada a vcs que me visitam e compartilham do mesmo problema bjuss
Tem pessoas que tem o costume de chorar o leite derramado (eu, por exemplo).
Vivem á base do passado.
"Eu deveria ter feito isso ou aquilo"
"Eu deveria ter sido assim ou assado"
Esse sentimento de arrependimento é um dos piores que existe. A gente não só ficamos triste como também nos sentimos culpados.
Nada é nessa vida é injusto.
Você pode ter passado por coisas que na sua cabeça foram desnecessárias, mas na verdade, eram necessárias para o seu crescimento mental.
Na nossa cabeça era é o que parecia certo á fazer na época.
Você não tinha naquele tempo a consciência de hoje.
O arrependimento é uma coisa construtiva, significa que você está sempre aprendendo e evoluindo.

Todos nós precisamos errar.
Igual uma criança aprendendo á andar. Ela vai cair até conseguir. Então foi um processo de crescimentos com erros saudáveis e precisos.

Para quem está no processo da tricotilomania, viver em mágoas só favorece a vontade de arrancar os cabelos.
Não podemos cultivar o desgosto por nós mesmos. Pois dentro desse sentimento de desgosto, você arranca e pensa "foda-se á mim mesmo!" (desculpe o palavreado)
Ou seja, não há vontade de fazer o bem se cultivas coisas ruins dentro de si.
Quando você aceitar o mundo como ele é, você vai parar de arrancar seus cabelos.
Quando você perceber que as coisas precisam acontecer, você vai se curar.
"O mundo não vai ser do jeito que você quer. Ele não vai mudar por sua causa. É você quem precisa mudar para viver bem nele e aceitar as coisas como são, as pessoas como elas são e a evolução de cada um, principalmente a sua própria evolução."

Você arranca quando está perturbado em algum pensamento.
Se tudo está bem na sua vida, você vai querer o seu bem.
Você vai lutar pelo seu bem.
Você não vai querer mais cultivar sua auto-destruição.
E a vontade vai ir embora.

A chave de tudo é o QUERER. Quando você realmente quer algo, você atropela quem está na frente. Seja quem for, seja como for.

E se você não quer de verdade, é porque você acha que não merece, é porque você acha que é obrigado a viver com isso, mas na realidade você não precisa.
Você pode viver sem esse hábito. Você pode passar por problemas sem ter que arrancar os cabelos. Você pode mudar sua história e deve. Isso sim você deve. Você é responsável pela sua felicidade e pode conquistar ela.
Caminhar diferente em busca do amor próprio e paz no coração. Ela existe e você merece.

Livre-se de coisas impossíveis de mudar.
Solte o peso das obrigações.
Pare de culpar Deus e o mundo pelas coisas que Deveriam ter dado certas.
Ninguém é perfeito, todos tem suas neuras, todos tem suas preocupações e defeitos.

Tem pessoas que vivem 20, 30 ou 40 anos com a tricotilomania, se destruindo!
Você quer isso pra você também? Eu não quero! Eu não vou deixar isso acontecer comigo!
Já deu o meu tempo, tomou minha adolescência inteira e isso já basta.

Pensamentos positivos são os que mudam nossa vida ao decorrer de nossa existência. Alimente-os.
Sou o patinho feio, ninguém cuida de mim". Esse patinho, porém, quase nunca é feio nem se encontra em estado de total abandono. Ele é só mais um doente de vitimismo - patologia psicológica caracterizada pela presença de um sentimento, ele sim, muito feio: a autopiedade.

O complexo de vítima - a mania de assumir, na vida, a postura de mártir sofredor - é uma das mais insidiosas e destrutivas patologias psicológicas. Os que caíram nas garras da autopiedade vão por aí, puxando a carroça dos seus sofrimentos quase sempre imaginários - mas não por isso menos reais - e provocando nos outros enfado e repulsa. Isso é muito triste, quando se sabe que tudo o que eles querem é exatamente o contrário: ganhar carinho e atenção.

O vitimismo é um poço de sentimentos negativos. Dele surge a tendência para culpar os outros (o pai, a mãe, os irmãos, a sociedade, a vida, o mundo, os maus fados, o destino) e fazer deles os responsáveis pelas nossas próprias mazelas. Dele surgem as couraças de autodefesa que não nos permitem relaxar e viver de modo saudável nossa relação com os outros e conosco mesmos. Dele vem a impressão sempre absurda e impossível de que não precisamos mudar. Os outros é que estão errados. Ele é a pior das cegueiras, pois destrói na pessoa a autocrítica, o discernimento e a capacidade de avaliação racional das situações.

Demônio de muitas faces, o vitimismo é mestre em matéria de distorção da realidade. Parente próximo da tristeza, quando ele possui uma pessoa, coloca diante de seus olhos um filtro cinza e opaco que a impede de apreciar - e se deleitar - com as cores do mundo.

O vitimismo é doença precoce. A análise transacional - uma técnica de psicoterapia - ensina que uma criança, já nos primeiros anos de vida, e a partir do seu contato cotidiano com os adultos, decide qual das seguintes posições existenciais ela assumirá na vida:
Eu não estou ok, os outros estão.
Eu estou ok, os outros não estão.
Não estou ok, os outros também não.
Estou ok, os outros também estão.

Uma vez escolhida a posição, quando a criança cresce, ela será dominante no seu caráter, enquanto as outras, embora podendo coexistir, terão menor peso. Destaca-se que a atitude universal na primeira infância é a da "eu não estou ok, os outros estão". Assim sendo, a pessoa poderá permanecer fixada nessa posição ou, segundo a educação recebida, passar a uma das outras três. Explicando melhor:

- "Eu não estou ok, os outros estão". Essa pessoa se sente inferior aos outros e tenderá à depressão. Ela ainda permanece na mesma posição da sua primeira infância.

- "Eu estou ok, os outros não". É a pessoa que culpa os outros pelas suas misérias. Essa posição costuma ser assumida pelas crianças maltratadas com brutalidade, que concluem: "Quando estou sozinho, estou muito bem. Não preciso de ninguém, deixem-me só". Esta posição é, em geral, baseada no ódio, mesmo quando ele está bem camuflado. Desse grupo fazem parte, com frequência, os delinqüentes, os fanáticos e os criminosos.

- "Eu não estou ok, os outros também não". Essa pessoa não sente nenhum interesse pela vida. É abúlica e depressiva. É uma posição assumida por aqueles que não receberam suficiente calor e atenção nos primeiros anos e escolhem os amigos, o cônjuge, esperando que este(s) seja(m) propenso(s) a desempenhar o papel complementar.

NÃO SOMOS LIVRES como acreditamos ser. Quando se entende isso, fica evidente que a maior parte dos nossos atos e pensamentos não é tão livre de condicionamentos como gostamos de acreditar. Nossa certeza de sermos livres, de fazermos tudo aquilo que queremos, e quando queremos, é quase sempre uma ilusão. Quase todos, na verdade, carregamos dentro condicionamentos mais ou menos ocultos que, com freqüência, tornam difícil a manifestação de uma honestidade genuína, uma criatividade livre, uma intimidade simples e pura.

Posição existencial é, portanto, um papel que o indivíduo tenderá a representar ao longo da sua vida. É preciso sublinhar o fato de que todas as posições existenciais necessitam de pelo menos duas pessoas, cujos papéis combinem entre si. O algoz, por exemplo, não pode continuar a sê-lo sem ao menos uma vítima. A vítima procurará seu salvador e, este último, uma vítima para salvar.

O condicionamento para o desempenho de um dos papéis é bastante sorrateiro e trabalha de forma invisível. Esta é uma das causas principais da falência de algumas amizades ou casamentos, quando as pessoas interessadas não se ligaram a partir de uma simpatia genuína, mas sim com o objetivo de encontrar na outra pessoa um sujeito adequado para desempenhar algum papel complementar.

Se pararmos alguns instantes para considerar os casais que conhecemos, não será difícil encontrar entre eles a "menina" que casou com o "pai" (relação vítima-salvador) ou a mulher que se queixa continuamente do marido, mas nem sequer admite a ideia do divórcio (relação vítima- algoz).

Observemos, então, como vivemos e como a nossa presença influencia a vida daqueles que nos cercam. Somos sadios? Serenos? As pessoas ao nosso redor apreciam a nossa presença? Nosso cônjuge nos admira? Ele fala bem de nós? Nossos filhos nos consideram como amigos? Quantos amigos temos? Em quantas portas podemos bater no caso de uma situação grave?

SE NÃO FORMOS serenos e não tivermos amigos, tentemos considerar que, provavelmente, a nossa posição existencial e o papel que desempenhamos não são os melhores possíveis. Com efeito, se o fossem, teríamos serenidade, melhor saúde.

Texto: Equipe Planeta

díario

pessoal gostaria de fazer desse espaço um ponto de refugio entre nós
gostaria que todos vcs entrassem e se sentissem a vontade pra poderem desabafar vamos nos ajudar pessoal!!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

NA LUTA

bom gente até hoje nao consegui parar nem um dia siquer, e está cada vez mas difícil ,força que venceremos

quinta-feira, 23 de julho de 2009

desabafo

gente não sei o que anda acontecendo comigo, parece que as vezes o mundo vai acabar ,sobre minha cabeça. ainda não conseguir parar nem um dia siquer.perco as forças o sofrimento é muito intenso pra quem vive esse problemas,força é o que tento ter,mas ta difícil, mas com jesus a vitória sera grande beijuss
Durante uma aula ou mesmo numa conversa ao telefone, você se surpreende puxando os próprios cabelos. Pode ser uma simples mania, mas também pode ser que você sofra de tricotilomania, um tipo de Transtorno de Controle dos Impulsos, que é o fracasso em resistir a um impulso de executar um ato perigoso para a própria pessoa ou terceiros. Ou seja, a pessoa tem consciência de que aquela atitude é errada, mas não consegue parar.

"A pessoa que sofre de tricotilomania tem um nível alto de ansiedade e acaba puxando os próprios cabelos, ou mesmo cílios e sobrancelhas", explica a psicóloga Luciana Nunes. O ato de arrancar os cabelos gera prazer, gratificação e alívio e resulta num ciclo auto-alimentado por diminuir o nível de ansiedade. O paciente que sofre desse problema "repete o ato de puxar os cabelos, em vez buscar a causa da ansiedade. É um ato doloroso, mas com o qual ele tem sensação de prazer", diz Luciana Nunes.

A psicóloga diz que "a tricotilomania só é caracterizada como patologia se esse movimento começar a atrapalhar o cotidiano da pessoa. Mas é importante ressaltar que o ato de puxar os cabelos já caracteriza um aumento de tensão. Como a pessoa usa esse método para diminuição do estresse ou da ansiedade; já está caracterizado, portanto, que está passando por um momento difícil".

Para quem sofre de tricotilomania, o recomendado é procurar a ajuda de um profissional de psicologia. Mas Luciana Nunes também defende o uso de terapias alternativas como a yoga ou a prática de qualquer exercício físico. Não pode é cair no sedentarismo. A pessoa que caminha pelo menos meia hora, três vezes por semana, já não é considerada sedentária.

Redação Terra